Artista explora novos territórios para aprimorar seus desenhos

Vergilio Lopes usa elementos como o papel, o lápis e o café para compor os seus trabalhos 

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A sua infância foi como a de outras crianças? Carrinhos de corrida e as casinhas de bonecas? Bem, a juventude de Vergílio Lopes pode ter sido normal, mas a última coisa que ele aceitava que comprassem para ele, eram algum desses brinquedos, porque o negócio dele era cadernos e lápis! Hoje, com 23 anos, Vergílio já tem mais certeza do que gosta de fazer: desenhar muito e usar elementos que, novamente, não encontramos nos trabalhos de muitos artistas.

Numa conversinha que a gente teve com ele, Vergílio diz que o papel se tornou uma forma de realizar desejos que a vida não realizava. Atrás de cada imagem, costumava aliar histórias e outros mundos, gostava de imaginar o que estava além das folhas e ainda gosta, acreditando que há sempre um mundo encantador por trás de cada projeto finalizado: “Isso me faz flutuar por milhares de lugares, quando ando na rua, navego na internet ou principalmente quando chego em casa, costumo pendurar desenhos nas paredes e ficar horas olhando e imaginando muito, isso me acalma, me inspira, me faz bem”, conta Lopes.

Acesse a fanpage de Vergilio Lopes, clicando aqui

Na vida do cara, a ilustração começou de uma forma um pouco mais inusitada. Apaixonado pela escrita, ele percebeu que além de palavras, seus textos precisavam de algo para complementar ainda mais. Foi aí que os desenhos surgiram: um processo artístico que o possibilitou de unir alguns elementos que algumas vezes pareciam separados na sua mente.

TempoVendo coisa onde não tem

“Adoro brincar com fotografias e desenhar sobre elas. Gosto de café, tanto para beber quanto para pintar, sou desastrado e aprendi a gostar dos meus desastres já criei algumas histórias com café caído no papel, marcas de xícaras ou ainda quando derrubo tinta no chão, ou nas paredes. Gosto de ilustração digital, estou começando a brincar com animação, gosto de misturar as coisas”, diz Lopes, mostrando interesse em conhecer um pouco de cada área.

“Acredito que algumas imperfeições são meramente limitações da nossa compreensão das coisas. Acredito que muitas vezes haverá uma forma de ver além do óbvio. O real imperfeito, torna-se perfeito quando o impossível é aceito e quebrado pela mente que se deixa fluir. Acho que eu vivo entre muitos mundos, por enquanto é isso que me satisfaz“, finaliza.

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