Glauber Lopes desenha desde criança e conta que a música foi a sua principal inspiração

Por Raphael Ezonne

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Cada ilustrador que é entrevistado aqui no Cherryouth, começou a se inspirar em coisas completamente diferentes. Existem os que começam a desenhar por influência de um amigo, ou outro que pintava as paredes com giz de cera e os comia, de vez em quando. Mas a principal inspiração de Glauber Lopes sempre foi a música, logo no comecinho quando começou a desenhar. Ele explicou um pouquinho melhor sobre a sua história.

Ele diz que desde os cinco anos de idade, já percebia que gostava de desenhar. Esse talento começou enquanto brincava com seu irmão, que já sabia se expressar muito bem, e a convivência com ele fez ele começar a “riscar com forte frequência”.

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Desde os 17 anos, meu maior estímulo era a música. Heavy metal, hard rock, música instrumental de games e animes. Mas o tempo foi passando e conforme minhas exigências aumentavam em relação a complexidade de uma arte, era necessário ter outros meios de se inspirar. Mas ia além da arte. Como profissional, era necessário manter um ritmo de criação constante. Passei então a viajar e registrar as situações e ambientes de forma artística. Foi uma das melhores coisas que fiz na vida, pois a natureza é um leque infinito de possibilidades. Claro que não precisa ser sempre algo grande. Às vezes, pra me inspirar basta sair com os amigos e jogar conversa fora, ou dançar na noite. Ou então ir num encontro de ilustradores. Graças a isso, o período de inspiração dura muito tempo”, conta Glauber.

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Ele também diz que para ser um bom ilustrador, é preciso estudar muito, e jamais se aprisionar com a ideia de que tem que melhorar. Treinos básicos entre trinta minutos e uma hora são mais do que suficientes, contanto que proponha algo novo: “Faça um check-list das coisas que mais tem dificuldade e risque conforme for dominando. Procure saber o que faz de um profissional da arte, um profissional. Ilustração é um estudo complexo não só de desenhos, mas também de fotografia. Copie-as. O máximo que puder, mesmo que um dia você chegue a ter 30 anos de experiência. Se fizer isso apenas por hobby, então relaxe e procure apenas se divertir. Obs.: não significa que a pessoa que for fazer isso profissionalmente não vá se divertir. Por que vai.”, aconselha Lopes.

Além desses trabalhos que você conferiu aí em cima, Glauber também já fez diversos outros, como os quadrinhos auto-biográficos que conta as suas experiências nas viagens que ele nos contou. Argentina e Colômbia são os lugares retratados em “Registros“, perfeito para os mochileiros que vivem querendo viajar pelo mundo atrás de novas aventuras: “Estou produzindo também uma graphic novel chamada “Mãe”, que está em negociação com algumas editoras nacionais e internacionais. Além de trabalhar com quadrinista e ilustrador, esporadicamente, dou aulas de desenho no SENAC, na unidade da Santa Cecília”, finaliza.

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