Ilustrador paranaense do projeto “Rabiscogram” aposta em sketches para compor seus desenhos

Por Raphael Ezonne

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E dando continuidade a nossa série de entrevistas com os integrantes do projeto “Rabiscogram“, que apresentamos agora o trabalho de Fabiano Souza, um jovem paranaense de 21 anos e que estuda Publicidade.

É bem interessante notar que a maioria dos ilustradores que fazem parte do projeto ainda estão cursando algo na área em que já atuam há algum tempo, mostrando que a habilidade foi conquistada bem antes do que poderíamos imaginar. E isso foi exatamente o que aconteceu com Fabiano, que conversou com o Cherryouth e assumiu que também começou bem cedo: “Desenho desde pequeno, mas foi só em 2011 que fui assumir esse hobbie como profissão. Começou quando me convidaram para ilustrar uma cartilha educativa. As pessoas já conheciam meu “trabalho” mas era o que eu fazia pra mim. Hoje trabalho com design editorial para duas editoras e como ilustrador freelancer, que é onde eu consigo me divertir e ter total liberdade para criar”.

Acesse outros trabalhos de Fabiano Souza, clicando aqui.

O convite de Vitor Martins, criador do projeto “Rabiscogram” veio em boa hora e ele diz que achou a ideia sensacional, porque é possível observar os traços diferentes de cada ilustrador sobre os mesmos temas: “De alguma forma, cada leitor se identifica com um [traço] e cria algo também, além de ser uma forma muito gostosa de exercitar a criatividade, porque terão semanas em que você não tem ideia de como vai ilustrar o tema, e é aí que está a graça do desafio. Com tudo isso você acaba aprendendo muita coisa, muita coisa mesmo e vai criando laços bem bacanas com outros ilustradores”.

Justificando o seu traçado, Fabiano diz que gosta de um estilo mais simples e com menos cores possíveis: “Gosto muito de fazer sketches, gosto deste estilo “não finalizado” e com poucas cores, o traço fica mais espontâneo, por isso tenho sempre comigo meu sketchbook, mas também gosto de experimentar técnicas novas, testar misturas de estilos e brincar com as formas e os personagens. Acho que isso te dá um universo muito maior pra explorar“, finaliza.

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