Hipstamatic é usado em fotografias tiradas por jornalista húngaro que esteve no Afeganistão

Por Raphael Ezonne

Parece que não é só a gente que utiliza aplicativos de edição de imagens. O Instagram, que se tornou uma ferramenta popular após ser disponibilizado para celulares com sistema operacional Android, é um grande exemplo de como as pessoas estão preocupadas em tirar uma foto bem bacana.

Agora, outro aplicativo que parece estar se tornando o precursor do Instagram, o Hipstamatic, pode se tornar ainda mais conhecido após a exibição das fotos de um fotojornalista húngaro, em um evento em São Paulo que vai promover o lançamento da Revista ZUM.

Balazs Gardi trocou as câmeras, lentes e o pesado equipamento fotográfico por um iPhone e um aplicativo de edição de imagens. A troca poderia ser considerada comum, não fosse o tema abordado por Balazs nas fotografias, um conflito no Afeganistão, e o que ele fez com elas, uma rede social onde as fotos, vídeos e áudios produzidos na guerra eram compartilhados e discutidos com outros internautas.

Batizado de Basetracks, o projeto durou o período da missão de uma tropa da marinha americana no oriente, cerca de sete meses entre 2010 e 2011. Gardi está no Brasil para falar sobre o trabalho nesta quinta-feira (26), em um evento da revista Zum, no Instituto Moreira Sales.

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