Respirando o oxigênio artificial

Cientistas criam árvore que exala oxigênio, transformado do carbono

 

Não são apenas nos dias de hoje que vemos os esforços do homem em tentar remediar os estragos que ele mesmo fez ao meio ambiente, com o intuito de lucrar com formas de se enriquecer, usando energias e outros tipos de saída que agridem diretamente a Natureza. Foi com esse propósito que cientistas americanos criaram um tipo de árvore, totalmente artificial que é capaz de transformar o gás carbônico em oxigênio, próprio para a alimentação respiratória dos seres vivos.

Com a grande derrubada de árvores crescendo assustadoramente em todo o planeta, com ênfase no Brasil, os pesquisadores americanos tiveram essa ideia a fim de estabilizar a quantidade de dióxido de carbono e de oxigênio, a níveis considerados inofensivos, principalmente aos pulmões humanos. O uso de produtos que substituem papel e madeira, que são matéria-prima para a confecção de produtos usados em indústrias e empresas, estão cada vez mais sendo utilizados, e o “reciclável” e o “sustentável” estão sendo mais vistos em nossa sociedade.

Os cientistas encontram nas árvores artificiais, uma solução para estabilizar os níveis de carbono que existem na Terra, transformando este em gás oxigênio. O processo de capturar o dióxido de carbono e liberar O2 no ambiente é um processo habitual das árvores naturais.

Para tentar resolver esse impasse, pesquisadores do Centro Lenfest de Energia Sustentável da Universidade de Columbia, liderados por Klaus Lackner, criaram uma árvore artificial que deverá fazer o trabalho de uma de verdade. Projetada pelo próprio Lackner, juntamente com Mario Caceres e Christian Canonico, do Influx Studio. O Dragoeiro, árvore da região dos arquipélagos das Canárias, Madeira e Açores, ocorrendo localmente da costa africana vizinha e em Cabo Verde, foi a inspiração para a criação, que mistura design inovador com uma iluminação colorida e totalmente chamativa. Naturalmente, a árvore pode ultrapassar os 15 m de altura, de tronco robusto de material fibroso, de contorno irregular com até 5 m de diâmetro.

O dragoeiro foi a árvore que os pesquisadores escolheram para poder criar o modelo artificial. Segundo eles, seu formato seria ideal para cumprir sua necessidade, além de captar melhor os raios solares que a fazem funcionar.

O dragoeiro foi escolhido como modelo por causa de seus amplos ramos e por sua copa na forma de um guarda-chuva, capaz de suportar os enormes painéis solares que fornecem energia à árvore artificial. Depois de várias tentativas, os pesquisadores perceberam que as árvores não poderiam funcionar apenas à base de energia solar. Em vez de depender de plugues ou baterias, a fonte secundária escolhida foi a energia cinética das pessoas. As árvores de mentira vão ganhar redes e gangorras que vão fornecer, por meio do balanço, energia para acionar os dispositivos, que a manterão em funcionamento.

Por: Raphael Ezonne

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