conheça os candidatos à presidência que querem o seu voto

Eles apelam, discutem, debatem e fazem campanhas por todo o Brasil. Que tal conhecer um pouco da história dos três candidatos mais bem colocados nas pesquisas?

Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV)

Foi dada a largada a corrida presidencial. Algumas pessoas, dependendo do nível de instrução ou até mesmo de classe social, tem um maior interesse pela política, o que é natural e deveria ser feito por todos os brasileiros que estão preocupados com o futuro da nação. Sim, o futuro do país influencia diretamente na vida de cada um de nós, apesar de muitos não participarem da evolução ou da progressão da economia, por exemplo. Todas emendas votadas, todas as leis criadas e gerenciadas, tudo que nos cerca e que é decidido por pessoas que nós votamos, tem uma ligação direta e fundamental com toda a população. Votar é uma forma de selecionar uma laranja boa de outras que estão podres, e que você sabe (creio eu), como escolher da melhor forma. Votar nulo ou em branco não são as melhores opções de se escolher, pois o voto tem uma garantia muito importante, e aceitar as decisões dos outros é como se você tivesse seu poder de escolha vetado. Portanto, é necessário que acompanhemos a vida e o passado, principalmente a história política de cada um dos candidatos, para assegurar se eles tem experiência o suficiente para comandar uma nação.

A companheira do Lula, Dilma Vana Rousseff, tem 62 anos e é nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais. Economista e agora candidata à presidência, é filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi ministra-chefe da Casa Civil durante o Governo Lula, e é a candidata do partido à Presidência da República, em 2010.

Ela veio de uma família de classe média alta e teve uma educação rígida, assim como todos que nasceram na época tinham. Mas ela não gosta de lembrar de seu passado, onde perdeu dois irmãos de sangue que moravam fora do país, pois tem descendência búlgara por parte de seu pai, o advogado e empreendedor búlgaro naturalizado brasileiro Pedro Rousseff. Iniciando na militância, passou para a luta armada contra o regime militar, integrando organizações como o Comando de Libertação Nacional (COLINA) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Passou quase três anos presa entre 1970 e 1972, primeiramente na Opan (onde passou por sessões de tortura).

Uma caracterítica de Dilma é sua persuasão e o modo autoritário de impor condições e que regras sejam cumpridas, deixando o presidente Lula escapar em suas entrevistas que ela chegava a maltratar alguns ministros que trabalhavam com ela durante o seu Governo, mas não teria participado diretamente das ações armadas, pois era conhecida por sua atuação pública, tendo contatos com sindicatos, dando aulas de marxismo e responsabilizando-se pelo jornal O Piquete. Apesar disso, aprendeu a lidar com armamentos e a enfrentar a polícia. No início de 1969, o COLINA em Minas Gerais resumia-se a algumas dezenas de militantes, com pouco dinheiro e poucas armas. Suas ações haviam se resumido a quatro assaltos a bancos, alguns carros roubados e dois atentados a bomba, que não deixaram vítimas. Em 14 de janeiro, contudo, com a prisão de alguns militantes após um assalto a banco, outros reuniram-se para discutir como libertá-los. Ao amanhecer, foram surpreendidos com a ação da polícia na casa onde estavam e reagiram, usando uma metralhadora do grupo para matar dois policiais e ferir um terceiro.

Já na VAR Palmares, organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo, seria um dos “cérebros” dos esquemas revolucionários da organização clandestina.

Conforme divulgado pela Revista Veja, Dilma teria sido a organizadora, na época, do roubo de um cofre pertencente ao ex-governador de São Paulo Ademar de Barros (considerado pela guerrilha como símbolo da corrupção) em 18 de junho de 1969, na cidade do Rio de Janeiro, de onde foram subtraídos 2,5 milhões de dólares. A ação veio a ser a mais espetacular e rendosa de toda a luta armada. Carlos Minc, que foi seu colega na organização clandestina VAR-Palmares e estava entre os militantes que invadiram a casa da suposta amante do ex-governador, nega a participação de Dilma, afirmando ainda que é exagerada a versão de que Dilma era a líder daquela organização, sendo à época uma participante sem nenhum destaque. Em pelo menos três ocasiões, Dilma também negou ter participado do evento. Depoimentos e relatórios policiais indicavam que coube a Dilma administrar o dinheiro, pagando salários de militantes, encontrar abrigo ao grupo e comprar um Fusca. Dilma lembra apenas do automóvel, mas nega que tenha sido a responsável pela administração do dinheiro. Mas houveram intrigas a respeito da grande quantidade de dinheiro, o que fez com que a organização acabasse, se dividindo em dois grupos: Dilma foi enviada a São Paulo, onde esteve encarregada de manter em segurança as armas que couberam a seu grupo. Evitando mantê-las em apartamentos sem a segurança necessária, ela e uma amiga (Maria Celeste Martins, décadas mais tarde sua assessora na Casa Civil) mudaram-se para uma pensão simples na zona leste da cidade, com banheiro coletivo, escondendo o arsenal debaixo da cama.

Após isso, foi presa por várias vezes, e ainda torturada na Oban, mesmo lugar onde Vladimir Herzog foi enforcado. Levou tapas, socos e até choques elétricos. Uma companheira de cela dizia: “A Dilma levou choque até com fiação de carro. Fora cadeira do dragão, pau-de-arara e choque pra todo lado”. No dia 5 de abril de 2009, a Folha de S. Paulo publicou, ao lado de uma reportagem sobre o suposto plano da VAR-Palmares para sequestrar o então ministro Antonio Delfim Netto, uma falsa ficha criminal de Dilma Rousseff, que o jornal alegou ter obtido junto ao arquivo do Departamento de Ordem Política e Social.

Após mudar para Porto Alegre, também participou junto com Carlos Araújo dos esforços de Leonel Brizola para a recriação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Alceu Collares venceu a eleição para a prefeitura de Porto Alegre e nomeou Dilma como titular da Secretaria Municipal da Fazenda, seu primeiro cargo executivo. Collares reconhece a influência de Araújo na indicação, mas ressalta que também contribuiu a competência de Dilma. Em 1990, Alceu Collares foi eleito governador, indicando Dilma para presidente da Fundação de Economia e Estatística, onde ela estagiara na década de 1970. Permaneceu ali até fim de 1993, quando foi nomeada Secretária de Energia, Minas e Comunicações, sustentada pela influência de Carlos Araújo e seu grupo político.

 

Já no Governo Lula, como ministra de Minas e Energia, participou de programas como Luz Para Todos, propondo que 1,4 milhões de domicílios rurais fossem iluminados até 2006, sendo que o programa foi criado em 2003. Como ministra de Minas e Energia, Dilma Roussef tinha o apoio de dois dos principais ministros do governo Lula: Antonio Palocci e José Dirceu. Quando Dirceu saiu do ministério devido ao escândalo do mensalão, ao invés de ficar enfraquecida, Lula surpreendeu escolhendo Dilma para a chefia da Casa Civil.

 

 

Com 68 anos de idade, o PSDB mais uma vez indica o candidato José Serra para a presidência. Também sendo economista de formação, foi eleito governador do estado de São Paulo em 2006, sendo até hoje o único eleito em primeiro turno. Seu governo durou entre 2007 e 2010, pois teve que abandonar o cargo para poder se candidatar, passado o título de governador para o seu vice, Alberto Goldmann.

 

José Serra encontrou problemas em encontrar seu vice para fixar sua candidatura, pois Aécio Neves que seria o grande cotado para o cargo, caso ele ganhe as eleições, decidiu se candidatar ao senado, em Minas Gerais. Portanto, Índio da Costa, com menos de 40 anos de idade foi o escolhido, sendo que antes de ser nomeado vice na chapa, Serra e ele tinham se visto apenas uma vez em toda carreira política de ambos. Serra já exerceu também os mandatos de deputado federal constituinte(1987-1991), deputado federal (1991-1995) e senador (1995-2003), os cargos de secretário de Planejamento de São Paulo (1983/1986),ministro do Planejamento e Orçamento (1995-1996), ministro da Saúde (1998-2002) e ainda prefeito de São Paulo (2005-2006). José Serra foi candidato à Presidência da República pela coligação PSDB-PMDB em 2002, tendo sido derrotado no segundo turno por Luís Inácio Lula da Silva.

 

Ao contrário da candidata Dilma, Serra é de origem realmente pobre, nascido no bairro da Moóca, cresceu em uma casa e família humildes, de origem italiana. Seu pai era semi-analfabeto, mas era vendedor de frutas no Mercado Municipal de São Paulo, e evitava que o filho o ajudasse, deixando-o se concentrar nos estudos, mas mesmo assim, Serra dava uma força ao pai. Tendo feito curso pré-vestibular junto com o último ano do ensino médio, ingressou em 1960, no curso de engenharia civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – (Poli-USP).

Por catorze anos no exílio, Serra foi primeiro para o Departamento de Correios e Telégrafos do Rio de Janeiro, Quartel General  improvisado das forças leais ao presidente Jango. De lá partiu, junto de Marcelo Cerqueira para a casa do deputado Tenório Cavalcanti, também conhecido como “o homem da capa preta”. Com o incêndio da sede da UNE pelos militares, Serra tratou de esconder-se por mais alguns dias na casa de amigos, sem contato nem mesmo com a família. Aconselhado por um deputado amigo do ex-presidenteJuscelino Kubitschek, refugiou-se na embaixada da Bolívia, onde permaneceu por três meses. Os militares não queriam deixá-lo sair do país, como dissera o então ministro da Guerra, Costa e Silva, aos bolivianos: “Este não deixaremos ir embora. É muito perigoso.” Resolvido o impasse, foi então para a Bolívia e depois para a França, onde permaneceu até1965. Por causa do exílio teve que interromper os estudos, não completando o curso de engenharia.

Após isso, em 1978, coordenou sua campanha a senador, pelo mesmo partido de Fernando Henrique Cardoso, perdendo para André Franco Motoro. Foi admitido como professor de economia da Universidade de Campinas(Unicamp), onde permaneceu até 1983. Em 1982, trabalhando como pesquisador no CEBRAP, sob os auspícios da Fundação Ford,[28] coordenou a elaboração do programa de governo do candidato ao governo de São Paulo pelo PMDB, Franco Montoro: “Quando Franco Montoro, um político da oposição, se elegeu governador de São Paulo nas eleições de 1982, José Serra e outros deixaram o Centro(CEBRAP) para trabalhar no governo do Estado”.[29] Serra foi convidado por Franco Montoro para assumir a Secretaria de Planejamento, tomando posse no novo governo em março de 1983.

Com o passar dos anos, conseguiu estabelecer nos cargos de Secretário Estadual de Planejamento, Deputado Federal e Constituinte, Senador eleito em 1994 com quase sete milhões de votos, Ministro do Planejamento e enfim, o Ministro da Saúde que mais se empenhou pelo mesmo que o país já teve, entre 1998 e 2002. Isso se deve ao fato de fazer o maior programa de combate ao vírus da AIDS, copiado por outros países e apontado como exemplar pela Organização das Nações Unidas. Implantou a lei de incentivo aos medicamentos genéricos, o que possibilitou a queda preço dos medicamentos, por quebra de patentes. Eliminou os impostos federais dos medicamentos de uso continuado, regulamentou a lei de patentes e encaminhou resolução junto à Organização Mundial do Comércio para licenciamento compulsório de fármacos em caso de interesse da saúde pública. Ampliou as equipes do Programa de Saúde da Família e organizou o Sistema Nacional de Transplantes e a Central Nacional de Transplantes. Promoveu milhares de cirurgias por intermédio de mutirões combatendo doenças como, por exemplo, a catarata. Introduziu a vacinação dos idosos contra a gripe, eliminou doenças como o sarampo e criou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Não obteve sucesso no combate à dengue, doença que até hoje é epidêmica.

Em 2004, disputou a Prefeitura de São Paulo, sendo eleito no segundo turno com 3,3 milhões de votos (55% dos votos válidos).

No dia 1º de janeiro de 2005 tomou posse do cargo de prefeito com mandato para até 1º de janeiro de 2009. Um ano e três meses depois, em 31 de março de 2006, deixou a prefeitura de São Paulo nas mãos do seu vice Gilberto Kassab para concorrer às eleições para governador do estado de São Paulo, mesmo tendo assinado uma declaração dizendo que não o faria quando candidato à prefeitura. Alegou que abandonar a prefeitura foi um sacrifício pessoal em prol do seu partido e foi eleito governador em primeiro turno.

 

A política urbana (especialmente aquela relacionada ao centro da cidade e ao projeto Nova Luz) foi criticada, no entanto, por alguns professores universitários e intelectuais ligados ao urbanismo e ao planejamento urbano e por movimentos sociais que a consideraram excludente e tendo como resultado, segundo os mesmos especialistas, o agravamento do fenômeno de gentrificação que, segundo os mesmos críticos, ocorre na região.

 

Em 1 de outubro de 2006, José Serra foi eleito governador do estado de São Paulo em primeiro turno das eleições, com 12.381.038 votos, correspondente a 57,93% dos votos válidos.

Tomou posse em 1 de janeiro de 2007, permanecendo no cargo durante três anos.

Para quem não sabe, o nome Marina Silva veio de seu nome de registro, Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima, uma acreana de 52 anos. Muito do que Marina é, não é tão veiculado pela mídia, por não estar entre os dois candidatos mais bem colocados, mas o seu planejamento, caso venha ser eleita, dá ênfase a preservação ambiental, se não for o principal motivo de sua candidatura. Ela é ambientalista e pedagoga, filiada ao Partido Verde.

 

 

Pode-se considerar a candidata mais humilde entre todos, pois se criou em uma casa de seringueiros situada no Acre, estado não tão lembrado por todos. Seus pais tiveram onze filhos, mas apenas oito sobreviveram pelas más condições de moradia e de saneamento básico.

Em 1981 entrou na Universidade Federal do Acre, onde formou-se em História. Se abrigava no Partido dos Trabalhadores, sob o comando do deputado José Genoíno.

Foi professora na rede de ensino de segundo grau e engajou-se no movimento sindical. Foi companheira de luta de Chico Mendes e com ele fundou a Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Acre em 1985, da qual foi vice-coordenadora até 1986. Nesse ano, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) e candidatou-se a deputada federal, porém não foi eleita.

Em 1988, foi a vereadora mais votada do município de Rio Branco, conquistando a única vaga da esquerda na câmara municipal. Como vereadora, causou polêmica por combater os privilégios dos vereadores e devolver benefícios financeiros que os demais vereadores também recebiam. Com isso passou a ter muitos adversários políticos, mas a admiração popular também cresceu.

Exerceu seu mandato de vereadora até 1990. Nesse ano candidatou-se a deputada estadual e obteve novamente a maior votação. Logo no primeiro ano do novo mandato descobriu-se doente: havia sido contaminada por metais pesados quando ainda vivia no seringal.

Em 1994 foi eleita senadora da República, pelo estado do Acre, com a maior votação, enfrentando uma tradição de vitória exclusiva de ex-governadores e grandes empresários do estado. Foi Secretária Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Partido dos Trabalhadores, de 1995 a 1997. Pode-se dizer que se tornou uma das principais vozes da Amazônia, tendo sido responsável por vários projetos, entre eles o de regulamentação do acesso aos recursos da biodiversidade.

 

Em 2003, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, foi nomeada ministra do Meio Ambiente. Desde então, enfrentou conflitos constantes com outros ministros do governo, quando os interesses econômicos se contrapunham aos objetivos depreservação ambiental. Marina afirmou que desde a reeleição do presidente Lula, no fim de 2006, alguns projetos importantes de sua gestão, como a criação de áreas protegidas na floresta amazônica, haviam sido praticamente paralisados. Durante o primeiro governo Lula (2003-2006), foram delimitados 24 milhões de hectares verdes , contra apenas 300 mil hectares em 2007.

 

Em dezembro de 2006, enfraquecida por uma disputa com a Casa Civil, que a acusava de atrasar licenças ambientais para a realização de obras de infra-estrutura, a ministra avisara que não estaria disposta a flexibilizar a gestão da pasta para permanecer no governo.

Ultimamente agravaram-se as divergências com a ministra Dilma Rousseff da Casa Civil pela demora da liberação das licenças ambientais pelo Ibama para as obras no rio Madeira, em Rondônia. Essa demora e o rigor na liberação das licenças foram considerados como um bloqueio ao crescimento econômico.

Marina Silva também denunciou pressões dos governadores de Mato Grosso, Blairo Maggi, e de Rondônia, Ivo Cassol, para rever as medidas de combate ao desmatamento na Amazônia.

Em 13 de maio de 2008, cinco dias após o lançamento do Plano Amazônia Sustentável (PAS), cuja administração foi atribuída a Roberto Mangabeira Unger, Marina Silva entregou sua carta de demissão ao Presidente da República, em razão da falta de sustentação à política ambiental, e voltou ao exercício do seu mandato no Senado.

No dia 19 de agosto de 2009, Marina Silva anunciou sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores (PT), que se agravou por desentendimentos relacionado à política petista em relação ao meio ambiente, mas escândalos relacionados ao mensalão que envolveram o PT e partidos aliados ao governo não estiveram fortes o suficientes para fazer com que ela se desfiliasse do partido. Marina disse que a decisão foi sofrida e a comparou com o fato de ter deixado a casa dos pais há 35 anos num seringal rumo a uma cidade grande. “Não se trata mais de fazer embate dentro de um partido em que eu estava há cerca de 30 anos, mas o embate em favor do desenvolvimento sustentável.”

Em 11 de junho de 2010, anunciou oficialmente sua candidatura à Presidência da República, em uma convenção do Partido Verde na qual afirmou pretender ser a primeira mulher, negra e de origem pobre a governar o Brasil.


E agora Brasil? Conhecemos resumidamente a vida de três dos candidatos mais bem colocados nas pesquisas. O brasileiro precisa ter o hábito de pesquisar sobre o passado de cada um eles, e fazer o certo na hora de votar. Vote consciente!

Por: Raphael Ezonne

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